Mário de Andrade, Aloísio Magalhães e Gilberto Gil: três Macunaímas na política cultural

Autores

  • Luiz Augusto Fernandes Rodrigues Universidade Federal Fluminense https://orcid.org/0000-0003-0583-9641
  • Deborah Rebello Lima Fundação Casa de Rui Barbosa

DOI:

https://doi.org/10.32870/cor.a5n9.7359

Palavras-chave:

Identidade; políticas públicas de cultura; gestores de políticas culturais

Resumo

O texto tece aproximações entre as gestões de Mário de Andrade (1935-1938), Aloísio Magalhães (1981-1982), e Gilberto Gil (2003-2008) como titulares em órgãos da gestão pública de cultura no Brasil. O objetivo é observar possíveis semelhanças e diálogos entre três experiencias de gestão cultural paradigmáticas no histórico brasileiro. Por meio da análise da estrutura dos respectivos órgãos, assim como de algumas linhas programáticas norteadoras das políticas delineadas por esses três gestores públicos de cultura, é possível perceber pontos em comum nas abordagens que primam pelo olhar antropológico para a cultura e pela resistência para a continuidade de práticas no setor. Além de poderem ser considerados fundamentais mecanismos na construção/sedimentação de valores identitários e cidadãos.

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Biografia do Autor

Luiz Augusto Fernandes Rodrigues, Universidade Federal Fluminense

Professor Titular do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense, atuando junto à graduação em Produção Cultural e à pós-graduação em Cultura e Territorialidades. Coordenador do Laboratório de Ações Culturais, LABAC-UFF.

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Publicado

2020-06-30

Como Citar

Fernandes Rodrigues, L. A., & Rebello Lima, D. (2020). Mário de Andrade, Aloísio Magalhães e Gilberto Gil: três Macunaímas na política cultural. Córima, Revista De Investigación En Gestión Cultural (e-ISSN 2448-7694), 5(9). https://doi.org/10.32870/cor.a5n9.7359

Edição

Seção

Artículos de investigación

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